Apresentação

“Acervos Museológicos, Democratização do Acesso e Formação de Agentes Culturais” é um projeto inovador, que tem como objetivo capacitar gestores educacionais e professores para a inclusão sociocultural de alunos de escolas públicas e difusão da cultura como meio de construção da cidadania.

O projeto, nascido da iniciativa de empresas associadas à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), foi encampado pelo Instituto Minas pela Paz (IMPP) – organização da sociedade civil vinculada à entidade empresarial – e vem sendo executado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), a Lei Rouanet.

O trabalho está embasado em quatro pilares, sendo o primeiro uma pesquisa de campo realizada pelo instituto Vox Populi em 2010 visando ao levantamento do perfil e à avaliação da disponibilidade de professores, alunos e seus familiares para o aproveitamento de espaços culturais em Belo Horizonte e entorno.

O segundo pilar consiste na realização do curso de pós-graduação em Gestão de Projetos Culturais, oferecido pela PUC Minas, voltado a diretores, vice-diretores, coordenadores e professores das escolas da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte. Numa primeira etapa, o curso beneficia cerca de 240 educadores das nove Regionais de Ensino da capital.

O terceiro pilar refere-se ao Programa de Imersão Cultural, com visitas guiadas a museus e outros espaços culturais como forma de enriquecimento e consolidação de uma formação mais universalista. Essa etapa dá sustentação ao quarto e último pilar do projeto: a Olimpíada Cultural, que visa ao acompanhamento e à avaliação dos resultados da imersão cultural por meio do estímulo de uma competição.

A ideia é que os participantes do curso de pós-graduação na PUC Minas repassem o conhecimento adquirido aos demais educadores da Rede Municipal de Ensino. num processo de multiplicação, ampliando significativamente o número de professores melhor preparados para promover a imersão cultural, planejando, realizando e avaliando a visitação de 75 mil alunos a museus e outros espaços culturais.

A previsão dos idealizadores do “Acervos Museológicos” é que a partir desta experiência o projeto seja ampliado para a Região Metropolitana de Belo Horizonte e o interior de Minas Gerais.

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